Polícia Civil de Goiás, por meio do Grupo Especializado em Repressão ao Estelionato e outras Fraudes (GREF), da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC), prendeu em flagrante, três indivíduos suspeitos da prática do crime de estelionato. Dois deles são Mayara Constantino e Luiz Paulo Machado, casal de Umuarama.
A ação policial ocorreu no momento em que um evento de alto padrão estava sendo montado, em Goiânia, na capital do Estado, com estrutura completa já em execução, envolvendo diversos fornecedores, produtores e prestadores de serviço, todos atuando de boa-fé e acreditando na legitimidade da contratação. Mas nenhum fornecedor foi pago, e muita gente ficou no prejuízo!

As investigações apontaram que a principal articuladora do esquema se passava por representante de uma luxuosa marca europeia de bolsas de grife, criando uma narrativa sofisticada para dar aparência de legitimidade ao golpe. A investigada conseguiu mobilizar toda a cadeia de organização do evento, sem realizar qualquer pagamento, gerando significativo prejuízo financeiro a fornecedores e profissionais envolvidos na montagem, que já se encontrava em estágio avançado no momento da atuação policial.
Veja o vídeo:
Apurou-se que a mulher também obtinha vantagem de forma ilegal, mediante a venda de supostas bolsas vinculadas ao evento. As vítimas eram induzidas a acreditar que deveriam adquirir os produtos indicados para comparecer ao evento, em dinâmica que simulava o padrão de festas de luxo, nas quais há sugestão prévia de itens da marca a serem utilizados pelos convidados.
No curso das diligências, a polícia apurou que o esquema não se limitava ao evento em questão, havendo indícios de reiteração criminosa, com outras vítimas de uma das autoras.
CONFIRA O MOMENTO DA PRISÃO:
A divulgação da imagem e da identificação dos investigados foi realizada nos termos da Lei nº 13.869/2019, da Portaria nº 02/2020 – PC, e conforme despacho da autoridade policial responsável pela investigação, com fundamento na possibilidade de surgimento de novas vítimas e de informações sobre outros crimes eventualmente praticados pelos investigados.
Ou seja, de acordo com a polícia, pode haver outras vítimas, em outras cidades e até em outros estados e, por isso, as imagens foram divulgadas.

