domingo, 11 outubro 2026
UMUARAMA/PR

Terremotos devastam a Venezuela e deixam mais de 160 mortos; número de vítimas pode aumentar

Terremotos devastam a Venezuela e deixam mais de 160 mortos; número de vítimas pode aumentar

Tremores de magnitudes 7,2 e 7,5 causaram destruição em Caracas e outras cidades; equipes de resgate seguem em busca de sobreviventes.

A Venezuela enfrenta uma das maiores tragédias naturais de sua história recente após ser atingida por dois fortes terremotos na noite de quarta-feira (24). Segundo o balanço mais recente divulgado pelas autoridades nesta quinta-feira (25), pelo menos 164 pessoas morreram e cerca de mil ficaram feridas em decorrência dos tremores. O número de vítimas, no entanto, pode aumentar à medida que as equipes de resgate avançam nas buscas sob os escombros.

Os abalos sísmicos registraram magnitudes de 7,2 e 7,5 e provocaram o desabamento de prédios, residências e outras estruturas em Caracas e diversas cidades do país. O segundo tremor foi considerado o mais forte registrado na Venezuela em mais de um século.

Durante a madrugada e a manhã desta quinta-feira, bombeiros, equipes de emergência e voluntários trabalharam intensamente na procura por sobreviventes. Diversas áreas permanecem sem energia elétrica, enquanto os danos à infraestrutura dificultam os trabalhos de socorro.

Diante da gravidade da situação, a presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, decretou estado de emergência nacional e anunciou medidas para acelerar o atendimento às vítimas e a reconstrução das áreas afetadas.

A tragédia mobilizou a comunidade internacional. Brasil, Estados Unidos e países europeus anunciaram o envio de equipes especializadas em busca e resgate, além de apoio humanitário para auxiliar as autoridades venezuelanas.

Os tremores também foram sentidos em países vizinhos. No Brasil, moradores de cidades da Região Norte, como Manaus e Belém, relataram a percepção dos abalos, especialmente em prédios mais altos.

Especialistas alertam para a possibilidade de novas réplicas nos próximos dias e mantêm o monitoramento constante da atividade sísmica na região. Enquanto isso, milhares de famílias enfrentam a perda de parentes, moradias e bens materiais em meio ao cenário de destruição deixado pelos terremotos.



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