As polícias Civil e Militar deflagraram nesta terça-feira (4) a Operação Crisálida, com o objetivo de desarticular organizações criminosas suspeitas de atuar no tráfico de drogas na região de Umuarama. A ação mobilizou equipes em Umuarama e em outras duas cidades.
Na Capital da Amizade, as diligências foram realizadas nos bairros Parque Bonfim, Independência, Tarumã, Jardim Imperial I, Parque Ibiapuera e Jardim São Cristóvão.
Ao longo da operação, foram realizadas 10 prisões e apreendidos aproximadamente 250 gramas de maconha, além de materiais utilizados, segundo as investigações, para a prática do tráfico de drogas. Também foram recolhidos 22 celulares, uma motocicleta, um carro e cerca de R$ 42 mil em dinheiro.
A operação é coordenada pela 7ª Subdivisão Policial (SDP) de Umuarama, por meio do Setor de Narcóticos e do Grupo de Diligências Especiais (GDE), em conjunto com equipes da Polícia Militar.

Inicialmente, a Justiça havia expedido seis mandados de prisão e 14 mandados de busca e apreensão. As medidas foram cumpridas durante a operação, que também contou com determinações de caráter patrimonial.
Além das prisões e buscas, foi autorizado o bloqueio de até R$ 700 mil em contas bancárias vinculadas aos investigados. A Justiça também determinou a indisponibilidade de veículos e imóveis que, conforme as investigações, poderiam estar relacionados às atividades criminosas.

Segundo a Polícia Civil, a Operação Crisálida busca atingir a estrutura financeira e operacional das organizações investigadas, interromper as atividades relacionadas ao tráfico e reunir novas provas para o avanço dos procedimentos policiais.
O nome da operação faz referência ao estágio de transformação de uma borboleta e, no contexto da investigação, representa a atuação das forças de segurança para interromper a estrutura criminosa antes que ela se fortaleça.

As diligências realizadas nas três cidades fazem parte de uma investigação que já vinha sendo conduzida pela Polícia Civil. Com o cumprimento dos mandados, os investigadores deverão analisar os materiais apreendidos e os dados encontrados nos aparelhos celulares para identificar a participação de outros envolvidos e esclarecer a extensão da atuação do grupo.
Os presos e os materiais apreendidos foram encaminhados às unidades policiais responsáveis pelos procedimentos legais.


