sexta-feira, 9 outubro 2026
UMUARAMA/PR

Pai é preso em Umuarama após adolescente de 14 anos relatar agressão dentro de casa

Pai é preso em Umuarama após adolescente de 14 anos relatar agressão dentro de casa

Polícia Militar e Conselho Tutelar atenderam a vítima no Parque 1º de Maio; suspeito de 46 anos foi localizado na residência e levado à delegacia

Uma adolescente de 14 anos relatou ter sido agredida pelo próprio pai dentro de casa, em Umuarama, na noite de ontem (8). O atendimento mobilizou a Polícia Militar e o Conselho Tutelar no bairro Parque 1º de Maio e terminou com a prisão do suspeito, de 46 anos. A ocorrência foi registrada por volta das 22h50.

Segundo o 25º Batalhão de Polícia Militar (25º BPM), a equipe recebeu o chamado pelo Centro de Operações e foi até a residência para verificar a denúncia de violência doméstica. No endereço, os policiais prestaram atendimento à adolescente com o acompanhamento de uma conselheira tutelar.

Durante o contato com a equipe, a jovem contou que o pai havia chegado ao imóvel com sintomas de embriaguez e a agredido fisicamente.

Conforme as informações divulgadas pela corporação, os militares constataram as agressões e entraram na casa para localizar o suspeito. Ele foi encontrado em um dos cômodos da residência. O boletim não detalha a forma como a adolescente foi agredida nem informa a existência ou a gravidade de possíveis ferimentos.

O homem acatou as ordens da equipe durante a abordagem. Na sequência, recebeu voz de prisão e teve os seus direitos constitucionais garantidos, segundo a Polícia Militar. O relato não aponta resistência à ação dos policiais nem apresenta informações sobre outras pessoas que estivessem no imóvel.

Após o atendimento, o suspeito foi conduzido à 7ª Subdivisão Policial de Umuarama, onde foram adotados os encaminhamentos de polícia judiciária. A apresentação à Polícia Civil deu sequência à ocorrência registrada pelos militares, para a apuração dos fatos e as providências cabíveis.

O Conselho Tutelar acompanhou o atendimento à adolescente. A presença da conselheira integrou a atuação realizada na residência e o acolhimento da vítima durante a intervenção policial. Não foram divulgados detalhes sobre os encaminhamentos posteriores da jovem, eventual atendimento médico ou com quem ela permaneceu após a prisão do pai.

A identidade da adolescente não foi informada. Também não há, no relato divulgado, indicação de episódios anteriores de agressão ou esclarecimentos sobre o que antecedeu a violência. A informação sobre os sintomas de embriaguez foi apresentada no contexto do relato da vítima.

A noite terminou com o pai levado à delegacia e a denúncia formalizada. Dentro da casa, onde a adolescente deveria encontrar proteção, a suspeita de agressão exigiu a intervenção da Polícia Militar e o acompanhamento do Conselho Tutelar.

 



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