A Justiça acatou denúncia oferecida pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) contra Ellen Homiak Federizzi, acusada de matar o marido Rodrigo Federizzi. O inquérito foi concluído na última semana pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e, para o delegado Fábio Amaro, não há dúvidas de que ela agiu sozinha na morte do policial militar. A decisão foi divulgada nesta segunda-feira (12) e, com ela, Ellen se torna ré no processo.

Durante reconstituição realizada no apartamento, Ellen disse ser viciada em jogos de azar e que teria cometido o crime por ter perdido grande parte do dinheiro da poupança do marido. Na ocasião, Amaro já dizia não haver dúvidas de que ela cometeu o crime sem ajuda. “É um apartamento muito pequeno, a modo de que se tivesse uma terceira pessoa seria facilmente vista pela criança. Não tenho dúvida alguma de que ela agiu sozinha”, disse.
A prisão de Ellen também foi convertida de temporária para preventiva, assim Ellen irá continuar presa por prazo indefinido.
O caso
Rodrigo sumiu na manhã do dia 28 de julho e Ellen registrou Boletim de Ocorrência no dia 30, alegando que ele tinha saído de casa para resolver assuntos pessoais. A esposa do policial foi presa após perícia feita dentro da residência da família que, por meio da substância química luminol, encontrou sangue humano no quarto e no banheiro. O corpo do policial foi encontrado na manhã de 14 de agosto, em uma área rural do município de Araucária, na região metropolitana de Curitiba. As pernas foram amputadas e foram encontradas dias depois, já com a confissão de Ellen.
Fonte: Banda B


