A mulher encontrada morta ao lado do filho nesta terça-feira (15), no Paraguai, próximo à fronteira com o Brasil, foi identificada como Mônica da Silva Cordeiro, servidora da Saúde Pública de Umuarama. Técnica de enfermagem da Unidade Básica de Saúde (UBS) Ouro Branco, ela integrava o quadro efetivo do município desde abril de 2015. A Prefeitura confirmou o falecimento por meio de nota de pesar.
Mônica e o filho, identificado inicialmente como Allan Henrique, seriam moradores de Perobal, no Noroeste do Paraná. Os dois foram encontrados mortos em circunstâncias ainda não totalmente esclarecidas em território paraguaio.
Vídeos que começaram a circular pelas redes sociais durante a manhã mostram os corpos em uma área apontada inicialmente como região de Linha Seca, em trecho próximo à fronteira entre os dois países. As imagens levantaram a suspeita de que mãe e filho tenham sido vítimas de assassinato.
Apesar dos indícios de morte violenta, informações sobre a dinâmica do possível duplo homicídio ainda são preliminares. Até o momento, não foram divulgados oficialmente detalhes sobre como os dois morreram, quando chegaram ao Paraguai ou o que faziam na região.
Também não há confirmação sobre possíveis suspeitos, prisões ou motivação para o crime. Inicialmente, a investigação ficará sob responsabilidade da Polícia Nacional do Paraguai, que deverá trabalhar para esclarecer as circunstâncias das mortes.
Em nota oficial, a Prefeitura de Umuarama informou que Mônica era servidora efetiva desde abril de 2015 e estava afastada do trabalho por licença médica quando morreu.
A administração municipal lamentou a morte da técnica de enfermagem e manifestou solidariedade aos familiares, amigos e colegas da Secretaria Municipal de Saúde. A Prefeitura também declarou confiar na Justiça e na apuração dos fatos para que as circunstâncias sejam esclarecidas e as medidas cabíveis adotadas.
A confirmação da identidade trouxe ainda mais repercussão ao caso em Umuarama, onde Mônica atuava havia mais de 11 anos no serviço público municipal, especialmente entre os profissionais que trabalharam com ela na UBS Ouro Branco.
As autoridades paraguaias deverão agora avançar na perícia e nos demais levantamentos para reconstruir os últimos passos de mãe e filho. Informações sobre a identificação completa de Allan Henrique e sobre a liberação ou traslado dos corpos ainda não haviam sido oficialmente divulgadas.
O caso permanece em andamento e poderá sofrer atualizações conforme novos dados forem apresentados pelas autoridades brasileiras e paraguaias.


