

Três suspeitos de envolvimento na morte da jovem de Guapiaçu (SP), que desapareceu após marcar carona por WhatsApp, foram presos em São José do Rio Preto (SP), na noite desta quinta-feira (2). A princípio, eles iriam para a Delegacia da Polícia Civil de Frutal, no Triângulo Mineiro, para serem ouvidos, mas, durante a madrugada desta sexta-feira (3), a polícia informou que o trio permaneceria no interior de SP.

O corpo da radiologista Kelly Cristina Cadamuro, de 22 anos, foi encontrado durante a tarde de quinta em um córrego entre Frutal e Itapagipe. As primeiras informações eram de que duas pessoas foram presas durante as investigações da polícia. No entanto, o delegado da Polícia Civil de Frutal, Bruno Giovanini de Paula, informou ao G1 que uma terceira pessoa foi presa e que se decidiu em São José do Rio Preto pela manutenção dos suspeitos na cidade paulista. Não foi informado o motivo de se ouvir os três detidos em Minas Gerais.
O outro seria o responsável pelo desmanche do carro, encontrado abandonado e sem as quatro rodas, o rádio e o estepe em uma estrada rural entre São José do Rio Preto e Mirassol (SP). Não foi informada, até esta publicação, qual a participação do terceiro suspeito.
Ainda conforme a polícia, as prisões resultam de um trabalho conjunto entre as equipes de investigação de segurança pública de Minas Gerais e São Paulo.
Corpo foi encontrado seminu
Kelly foi vista pela última vez na tarde de quarta-feira, quando deixou São José do Rio Preto, onde residia, com destino a Itapagipe, no Triângulo Mineiro, para visitar o namorado e a família. A princípio, a informação era de que ela havia saído de Guapiaçu, cidade onde reside seus familiares.
A Polícia Civil apurou que a radiologista havia oferecido carona em um grupo de WhatsApp, por meio do qual combinou a viagem com um no casal. No horário de saída, no entanto, apenas um rapaz manteve apareceu e viajou com a jovem.
Ainda conforme a polícia, o último contato que a moça fez com a família foi quando parou para abastecer o veículo em um posto de combustíveis na BR-153. Depois disso, a família diz que perdeu o contato com ela.
Fonte: G1




