

A Polícia Civil da região Metropolitana de Curitiba investiga o caso de um bebê que foi encontrado enterrado na área rural de Quitandinha.
De acordo com o delegado Luiz Sérgio Alves, o caso aconteceu dia 25 de dezembro de 2017, quando a criança nasceu, ou o feto foi abortado. Segundo ele, a investigação ainda esta em fase inicial. Ainda é preciso saber se nasceu de aborto espontâneo ou não.
Para explicar a situação, é preciso voltar alguns dias. A história começou a vir à tona no dia 26 de dezembro quando a mulher passou mal e procurou atendimento em uma unidade de saúde de Quitandinha. Para a assistente social, ela teria dito que sofreu um aborto espontâneo e enterrou o feto no quintal da chácara.
Diante da situação, a mulher foi encaminhada para atendimento em uma casa hospitalar de Curitiba e o caso chegou até a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Ela entrou em contradição quando prestou depoimento a Polícia.
À polícia, a mulher relatou apenas essa história e afirmava que não sabia onde o ex-marido enterrou o feto.
Com o passar dos dias e o acompanhamento da assistência social, a mulher acabou entregando um rascunho, com um mapa de onde o feto/bebê foi enterrado. Os restos mortais passam por exames.
Conforme o delegado a partir do laudo será possível saber se foi um aborto espontâneo de um feto e de quanto tempo era a gestação; se foi um aborto provocado; se a criança chegou a nascer e se nasceu viva ou morta.
Os vizinhos da mulher afirmam que ela fugiu do local em que mora após a divulgação do caso
Fonte: Massa News



