Nesta manhã (14/10), o Ministério Público do Paraná, através do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e Grupo Especializado na Proteção ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria), deflagrou a Operação Networking. A força-tarefa investiga organização criminosa responsável por fraudar procedimentos licitatórios em diversos municípios do estado.
Foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão em empresas, residências e gabinetes de órgãos públicos, sendo apreendidos documentos, computadores e aparelhos celulares que serão analisados para possível comprovação dos fatos criminosos.
Investigações
Segundo o MPPR “as fraudes ocorreriam a partir da falsificação de documentos em licitações voltadas à contratação, pelas administrações municipais, de empresas para prestação de serviços de apoio técnico, fornecimento de softwares de gestão, portais da transparência e soluções tecnológicas de segurança de rede. Os contratos investigados somam mais de R$ 4 milhões”.
O Ministério Público do Paraná também informou que outras medidas cautelares foram deferidas pelo Justiça “como a proibição de as empresas investigadas contratarem com o poder público e a suspensão de contratos administrativos vigentes, visando à interrupção das práticas ilegais”.
O Umuarama News entrou em contato com as prefeituras de Umuarama, Pérola e Cruzeiro do Oeste, as quais esclareceram, que não foram alvos da operação, entretando os alvos foram, escritórios de empresas e residências. Tentamos contatos com as outras prefeituras, mas até o momento não tivemos retorno.

O portal também entrou em contato com o MPPR que respondeu por meio de nota que segue abaixo na íntegra:
Operação Networking – Esclarecimento
‘A respeito da Operação Networking, deflagrada na manhã de hoje (14), esclarecemos que nem todos os mandados foram cumpridos em Prefeituras e órgãos públicos dos 11 municípios citados. Em alguns desses municípios, os alvos dos mandados foram escritórios de empresas ou residências’.



