O pai da adolescente Ingrid Vitória Julio Regina, morta por uma bala perdida na madrugada de domingo (8) em Maringá, teria feito inúmeras denuncias sobre as festas clandestinas que aconteciam no local onde a menina foi assassinada. De acordo com o pai de Ingrid, no local acontecem festas regadas à álcool, drogas e muita confusão.
A festa clandestina estaria reunindo cerca de 500 pessoas em via pública e, conforme informações de testemunhas, em dado momento o motorista de um veículo teria passado pelo local efetuando diversos disparos e um deles atingiu Ingrid, que não participava da festa mas caminhava com familiares por uma região próxima.
O pai da adolescente ficou sabendo do ocorrido e chegou rapidamente ao local do crime, colocou a filha no carro e seguiu em alta velocidade em direção ao hospital local, no caminho uma unidade do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) encontrou a família e iniciou os primeiros socorros.
Os médicos tentaram reanimar Ingrid por cerca de 45 minutos, mas não tiveram sucesso e a menina morreu no local.


