quinta-feira, 17 setembro 2026
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Moradora de Terra Boa está desaparecida há três meses e família pede ajuda para encontrá-la

Moradora de Terra Boa está desaparecida há três meses e família pede ajuda para encontrá-la

De acordo com a irmã, Angélica optou pela separação após sumir R$ 13 mil em espécie, dinheiro esse que seria para pagar o carro, ela e o marido acabaram brigando. Um boletim de ocorrência foi registrado na ocasião.

Angélica Vitor 33 anos de idade está desaparecida há mais de 3 meses e família pede ajuda para localizá-la.

A moradora da cidade de Terra Boa, cidade com aproximadamente 17 mil habitantes, desapareceu no dia 12 de dezembro de 2020.

Segundo a irmã, Rosimeri Vitor Cotrin, Angélica morava na casa dos fundos da casa dos ex-sogros. No dia do desaparecimento ela foi à casa de sua tia de bicicleta, onde permaneceu por pouco tempo, seu ex marido chegou com o filho do casal e ambos foram embora. Angélica colocou a bicicleta no carro e foram para casa. Chegando na casa, segundo o relato do marido aos familiares, a ex-esposa teria um “esquema” mais tarde e que iria dar um “role”. Depois disso ela nunca mais foi vista, a última visualização dela no aplicativo foi por volta das 13h.

Angélica foi casada aproximadamente 15 anos e tinha um filho, fruto desse casamento, de 12 anos de idade e um menino de 15 anos filho de outro relacionamento, no dia do desaparecimento, ambos afirmaram não lembrar da mãe falando qualquer coisa sobre sair e a hora exata da saída. Angélica saiu somente com a roupa do corpo e com o celular, e não levou documentos.

Ela estava separada há mais ou menos um ano, porém ainda morava com o marido na mesma casa.

Ainda de acordo com a irmã, Angélica optou pela separação após sumir R$ 13 mil em espécie, dinheiro esse que seria para pagar o carro, eles discutiram. Um boletim de ocorrência foi registrado na ocasião.

No dia do seu desaparecimento familiares questionaram o ex-marido o motivo pelo qual não registrou o boletim do desaparecimento, ele disse que foi até a delegacia, mas como era domingo, estava fechada e que havia marcado com o policial que o atendeu para fazer o boletim no dia seguinte.

Na segunda-feira seguinte do desparecimento, ele não foi e disse que estaria cuidando de seus pais que são acamados. Deste modo, o irmão da desaparecida, Samuel Vitor Cotrin, registrou a ocorrência.

A família afirma que Angélica estava bem, aparentemente não tinha inimigos, trabalhava e fazia academia junto com seu filho mais velho, ajudava a olhar seus ex-sogros. Ela não tinha nenhum relacionamento e não estava se encontrando com ninguém.

Após postagens nas redes de familiares sobre o desaparecimento, chegou a informações de que havia sido encontrado algo parecido como despacho com resto mortais, mas um exame descartou de que seriam restos mortais de Angélica.

O ex-marido levantou a hipótese dela ter sido morta por traficante da cidade vizinha. Segundo ele, um policial falou que ela estava se prostituindo e acabou sendo morta, hipótese essa que não faz sentido para família.

Familiares conseguiram recuperar o chip do celular de Angélica, instalaram o aplicativo dela baixou o WhatsApp, porém não tinha conversa anterior aos fatos, como se estivesse apagado feito backup, revelou a irmã. Ao instalar o aplicativo só havia conversas de pessoas perguntando onde ela estava e assuntos do gênero.

A família continua publicando a foto de Angélica todos os dias nas redes sociais com a esperança de alguma informação que possa levar ao seu paradeiro, “Onde está Angélica? Quem poderia ter feito algo à ela? Há algum suspeito? Até onde as palavras ela saiu de casa são verdadeiras? Se ela saiu para onde foi? São três meses sem resposta sem dormir direito, a cada notícia de corpo encontrado o coração chega a parar. Não é possível alguém sumir do mapa sem deixar rastro, sem ser vista. Queremos uma resposta seja qual for”.

A irmã também afirma que Angélica nunca deixaria seus filhos e que não tem mais um minuto de paz desde o desaparecimento da irmã.

“O que chama a atenção da família é que o ex-marido está vendendo as coisas da desaparecida como se ela não fosse mais voltar”, ressaltou Rosimeri.

Qualquer infromação sobre o paradeira de Angélica deverá ser repassado a irmã Rosimeri eplo número (44) 99702-5729.



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