quinta-feira, 17 setembro 2026
UMUARAMA/PR

Crea-PR envia ao Governo do Estado sugestões de pedágios para 7 rodovias da região noroeste

Crea-PR envia ao Governo do Estado sugestões de pedágios para 7 rodovias da região noroeste

O documento reúne 20 sugestões de aplicação de pedágio para as rodovias PR-323, PR-317, BR-376, BR-487, PRC-466, PRC-487 e PR-60.

Após várias discussões, o grupo temático dos Colegiados Regionais de Entidades de Classe (CDER-PR) da Regional Maringá do Crea-PR (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná) fez 20 contribuições de melhorias ao processo da nova concessão de pedágios do Estado. As sugestões são para as rodovias PR-317, PR-323, BR-376, BR-487, PRC-466, PRC-487 e PR-60 – localizadas na região Noroeste. Em relação ao contrato, o CDER indica a participação popular da sociedade civil organizada nas eventuais correções de rota dos contratos, visando a transparência dos serviços prestados antes e depois das concessões. A ideia é que sejam criados comitês por lotes, além de realizadas auditorias externas dos contratos.

Na PR-317, foram feitas as seguintes indicações: duplicação entre Maringá e Campo Mourão (obrigação da concessionária atual que alegou dificuldades de indenização das áreas desapropriadas); melhor sinalização na saída de Engenheiro Beltrão e no acesso de Terra Boa; construção de vias marginais na saída de Maringá, perto dos shoppings atacadistas e aeroporto; criação de acesso a Sarandi no projeto do futuro Contorno Sul Metropolitano; construção de entroncamento/passagem por Iguatemi; duplicação do trecho de Maringá a Iguaraçu; construção de viaduto na saída de Maringá para Iguaraçu, no cruzamento com a Avenida Kakogawa e adequação do tráfego pesado no trevo de Atalaia, passando por Iguaraçu, Astorga e encontrando com a BR-376, sentido Londrina.

A passagem por Sarandi, Maringá e Marialva também foram citadas nas solicitações dos lotes 4 e 5, em relação a BR-376. Foram solicitados o alargamento das vias marginais; estudo técnico para viabilidade de viaduto no entroncamento da saída de Maringá, sentido Paranavaí e Campo Mourão e a duplicação do trecho entre Paranavaí e Loanda. Hoje, no local, existem terceiras faixas, que não são suficientes para o fluxo atual.

Quatro sugestões sobre a PR-323 são referentes ao trecho de passagem por Cianorte, como a construção de viadutos de passagens entre as avenidas Paraíba, Pernambuco e Maranhão e no aeroporto e distrito de São Lourenço; a inserção de trincheira entre a fábrica das Baterias Júpiter e o rio dos Índios; a previsão de acesso das empresas durante a duplicação da rodovia, assim como a execução de vias marginais, viadutos e passarelas em todo o trecho. Já na passagem por Umuarama, a solicitação foi de construção de ciclovias e passarela perto do parque de exposições e no trevo de Mariluz, e a duplicação do trecho entre Francisco Alves e Guaíra.

Entre Campo Mourão e Guarapuava, as melhorias indicadas são para as rodovias BR-487, PR-60 e AS PRC-466 e PRC-487. De acordo com o Engenheiro Mecânico Carlos Bueno Rego, diretor do Crea-PR e representante da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Maringá (Aeam) – que integra o CDER-PR na região Noroeste -, o grupo entendeu pela necessidade da duplicação do trecho, uma vez que todas essas vias recebem fluxo intenso de caminhões que escoam as safras para o porto, inclusive as que vem do Mato Grosso do Sul (MS).

Integram ainda o grupo que liderou os debates sobre o tema – pela Regional Maringá do Crea-PR – o Geógrafo Danilo Serrano pela Associação dos Geógrafos Brasileiros Regional Maringá (AGB-RM); Engenheiro Civil João Artur Casado da Associação Profissional dos Engenheiros e Arquitetos de Paranavaí (Apeap); Engenheiro Civil Jerson Leski pela Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Noroeste do Paraná (Aeanopar) e o Engenheiro Agrônomo Silvério Cândido da Associação Regional Dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos de Cianorte (Arearc).

Mesmo sem representantes diretos, outras Entidades de Classe também ajudaram nas sugestões da região Noroeste: Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná (Senge-PR); Associação dos Engenheiros Agrônomos de Paranavaí e Região (AEA); Associação Maringaense dos Eng. Agrônomos (AMEA); Associação dos Engenheiros Agrônomos de Campo Mourão; Associação Regional de Engenheiros e Arquitetos de Campo Mourão e Associação Regional dos Engenheiros Agrônomos de Umuarama.

Sobre o Crea PR

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR), criado no ano de 1934, é uma autarquia responsável pela regulamentação e fiscalização dos profissionais da empresa das áreas da engenharia, agronomias e geociências. Além de regulamentar e fiscalizar, o Crea-PR também promove ações de orientação e valorização profissional por meio de termos de fomentos disponibilizados via Editais de Chamamento.

(assessoria)



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