Desde 11 de janeiro, estados e Distrito Federal são obrigados a adotar a Carteira de Identidade Nacional (CIN) como documento de identificação e mais de três milhões de CINs já foram emitidas. Mas apesar disso, 23 estados e o DF adotaram o novo documento. Os estados de Roraima, Amapá e Bahia ainda não adotaram o documento.
O documento é emitido em órgãos públicos como Polícia Civil e Detran, de acordo com cada localidade. Até o momento, mais de três milhões de CINs foram emitidas.
Para ter o novo documento é preciso que o CPF esteja regularizado na Receita Federal. Segundo o órgão, haverá validações biográficas e biométricas antes da emissão da carteira.
Mais segurança
A nova carteira conta com a inclusão de QR Code, além da inclusão de uma área específica da Machine Readable Zone (MRZ), com possibilidade de utilização como documento de viagem, desde que haja acordo entre países. Além disso, a nova Carteira de Identidade Nacional também oferece formato digital e está disponível no aplicativo GOV.BR.
O Governo federal também prevê facilitação ao acesso de dados de políticas públicas. “Quando uma pessoa precisar marcar uma consulta no SUS, por exemplo, os dados da identificação estarão disponíveis em tempo real, independente se o atendimento for virtual ou presencial. O mesmo vale para benefícios como o Bolsa Família e registros no INSS”, informou o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGISP).
Novidades na nova Carteira de Identidade Nacional
• Número único de identificação, o CPF;
• QR Code que permite verificar a autenticidade do documento e saber se foi furtado ou extraviado, por meio de qualquer smartphone;
• Código internacional usado em passaportes, o chamado MRZ. Assim, pode ser utilizado como documento de viagem;
• Documento físico confeccionado em olicarbonato (plástico);
• Versão digital (pelo aplicativo gov.br) que pode ser apresentada no celular, caso o cidadão esqueça o documento em papel ou plástico;
• Válido em todo o território nacional;
• Disponível na versão digital.