Causou surpresa a todos de Cruzeiro do Oeste a escolha de Lislie Pereira para a coordenação da transição administrativa do até o momento, prefeito eleito sub judice, Armando Cerci.
É sabido que para coordenar uma transição de governo, seja ela na esfera federal, estadual ou municipal, é necessário experiência, preparo e qualificação, pois são muitas as dificuldades que surgem ao longo do caminho e alguém despreparado não conseguirá se sair bem dessa empreitada.
O nome de Lislie não é conhecido no meio político, assim como suas experiências profissionais. Trancou o curso de Direito na Unipar, e não possuí nenhuma outra formação.
Morou por muitos anos em Cruzeiro do Oeste, depois se aventurou por São Paulo, onde também esteve envolvida em polêmicas, e retornou à Cidade dos Dinossauros, para fazer parte da equipe de Armando Cerci. Em nenhuma de suas aventuras trabalhistas teve experiência de grande nível quando o assunto é administração pública.
Durante a campanha, ela integrou a equipe de assessoria do então candidato, mas poucos são aqueles que à conhecem, parece estar sempre escondida, andando nas sombras.
O conjunto da obra preocupa grande parte da população, e é motivo de alerta até mesmo para os próprios eleitores de Armandinho, já que desde o começo houve falta de transparência por parte do candidato sobre sua candidatura. Colocar alguém sem preparo e sem experiência para coordenar um processo tão importante como o da transição de governo, só demonstra a falta de preparo do próprio prefeito eleito, sub judice, é claro.


