Uma ocorrência de desordem em uma unidade de saúde terminou com duas pessoas encaminhadas à Delegacia de Polícia Civil na noite de ontem (12), em Alto Piquiri. Uma mulher de 29 anos e um homem de 37 foram contidos por policiais militares após, conforme o registro da ocorrência, desacatarem a equipe, desobedecerem às ordens e apresentarem resistência durante a abordagem.
O caso aconteceu por volta das 21h20, no Pronto-Socorro Municipal, localizado na região central da cidade. A Polícia Militar do Paraná (PMPR), por meio de uma equipe do 25º Batalhão de Polícia Militar (25º BPM), foi acionada por funcionários da unidade após relatos de que duas pessoas aparentemente embriagadas estariam causando tumulto no estabelecimento.
Ao chegarem ao pronto-socorro, os policiais foram recebidos de forma hostil pela mulher de 29 anos. Segundo as informações registradas, ela desacatou a equipe e tentou impedir o desembarque dos militares.
Diante da resistência às ordens policiais e da postura considerada agressiva, os agentes precisaram realizar a contenção da mulher para controlar a situação e garantir a segurança no local.
Na sequência, o homem de 37 anos também teria avançado contra a equipe policial, além de proferir desacatos e ameaças aos militares. Diante da conduta relatada, ele igualmente foi contido e algemado.
A intervenção foi necessária para interromper a desordem e permitir que os procedimentos policiais fossem realizados. A ocorrência foi registrada como desacato, desobediência e resistência.
Após o controle da situação, os dois envolvidos passaram por exames para a elaboração de laudos de lesões corporais, procedimento realizado antes do encaminhamento à unidade policial.
Em seguida, ambos foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil de Iporã, onde ficaram à disposição da autoridade de polícia judiciária para as providências cabíveis.
A Polícia Civil deverá analisar o registro da ocorrência e os demais elementos disponíveis para dar sequência aos procedimentos legais.
O caso chama a atenção para a importância de preservar o funcionamento de unidades de saúde, especialmente em períodos de atendimento de urgência, quando profissionais precisam atuar para prestar assistência à população.
As informações divulgadas pela Polícia Militar não detalham o motivo que levou os dois envolvidos ao pronto-socorro nem esclarecem se eles procuravam atendimento médico antes do início da confusão.


