Em seis anos, o valor estimado pago ao três é de R$ 318 mil

O caso de improbidade administrativa foi ajuizada pelo Ministério Público, pois a Prefeitura efetuou pagamento de horas extras aos três servidores, durante seis anos de forma permanente. Além disso, os pagamentos foram feitos sem autorização da chefia imediata, contrariando determinação expressa de lei municipal.
Os servidores receberam os pagamentos inclusive nos períodos em que estavam de férias ou licença, quando a lei municipal determina que os serviços extraordinários somente serão autorizados em situações excepcionais e temporárias. Em valores atualizados, os pagamentos irregulares somam R$ 318.182,06.
Na ação, o MPPR requer que os réus sejam condenados ao ressarcimento do prejuízo ao erário, bem como às demais penas da Lei de Improbidade, como pagamento de multa e suspensão dos direitos políticos.
Fonte: Catve.com com informações da assessoria



