Uma operação conjunta das polícias Militar e Civil terminou com quatro pessoas encaminhadas à delegacia e apreensões de crack, maconha e simulacros de armas de fogo na noite de ontem (15), em Cruzeiro do Oeste. A ação foi desencadeada depois que as forças de segurança receberam informações sobre locais que estariam sendo utilizados para a comercialização de entorpecentes no Jardim das Flores.
As diligências começaram por volta das 18h46 e mobilizaram equipes da ROTAM e da Rádio Patrulha Auto (RPA), do 7º Batalhão de Polícia Militar (7º BPM), além de policiais civis.
Segundo a Polícia Militar, em um dos endereços investigados, as equipes flagraram um adolescente de 17 anos supostamente comercializando drogas. Conforme o boletim policial, o jovem já era conhecido das equipes por registros anteriores relacionados ao tráfico de entorpecentes.
Após a abordagem, os policiais realizaram buscas no local indicado como ponto de armazenamento das substâncias. Foram encontradas 91 pedras de material semelhante a crack, que totalizaram 16 gramas. Dois simulacros de arma de fogo também foram apreendidos.
As equipes seguiram para outro endereço investigado no mesmo bairro. Várias pessoas foram abordadas e, durante a fiscalização, uma mulher foi encontrada com uma embalagem contendo outras 20 pedras de substância análoga a crack, pesando aproximadamente quatro gramas.
As buscas continuaram no interior do imóvel. No local, cuja proprietária também foi abordada, os policiais localizaram 11 porções de substância semelhante a maconha, com peso total de 126 gramas.
A operação ainda resultou no cumprimento de uma ordem judicial que não estava diretamente relacionada à investigação sobre drogas. Durante a identificação das pessoas abordadas, os policiais constataram que um homem de 38 anos possuía mandado de prisão em aberto por inadimplemento de pensão alimentícia.
Ao final da ocorrência, dois homens, de 17 e 38 anos, e duas mulheres, de 18 e 30 anos, foram encaminhados, juntamente com as drogas e os simulacros apreendidos, à Delegacia da Polícia Civil.
O material será submetido aos procedimentos legais de confirmação, enquanto a Polícia Civil ficará responsável pela continuidade das apurações e pelas providências cabíveis em relação aos envolvidos.


