Sair do aluguel e conquistar a casa própria ainda é um dos principais projetos de vida de milhares de famílias paranaenses. Para Alexandre Curi, candidato ao Senado pelo Republicanos, ampliar o acesso à moradia deve fazer parte da agenda de quem representa o Paraná em Brasília.
A proposta é buscar recursos federais para ampliar programas habitacionais nos municípios e fortalecer a parceria entre Governo Federal, Estado, prefeituras e iniciativa privada, especialmente para famílias que encontram dificuldades para pagar a entrada de um financiamento. “A casa própria representa segurança para uma família. Nós já mostramos no Paraná que é possível criar programas que ajudam quem precisa. No Senado, quero trabalhar para trazer mais recursos e fazer essa política chegar a ainda mais famílias e municípios”, afirma Curi.
O Paraná possui hoje o Casa Fácil Paraná, programa estadual executado pela Cohapar e criado para fomentar a produção e aquisição de moradias, além de atuar em áreas como regularização fundiária e melhoria habitacional.
Uma das principais modalidades é o Valor de Entrada. Famílias com renda de até quatro salários mínimos podem receber subsídio estadual de R$ 20 mil para ajudar no pagamento da entrada de imóveis financiados pela Caixa Econômica Federal em empreendimentos habilitados no programa. O benefício pode ser acumulado, quando atendidas as regras aplicáveis, com recursos do Minha Casa, Minha Vida.
Somente em 2025, cerca de 16,5 mil famílias receberam o subsídio de R$ 20 mil, em um investimento estadual de aproximadamente R$ 330 milhões. Desde 2021, o Estado informa ter investido R$ 1,1 bilhão nessa modalidade, dentro de uma estrutura que reúne cerca de 100 mil unidades produzidas ou em produção.
Para Curi, a experiência mostra como a união de diferentes fontes de recursos pode ampliar o alcance da política habitacional. “Muitas vezes, a família consegue pagar uma prestação, mas não consegue juntar o dinheiro necessário para dar a entrada. É justamente aí que o poder público pode ajudar a transformar o aluguel em uma prestação da casa própria”, destaca.
Mais recursos federais para os municípios
A proposta de Curi para o Senado é trabalhar para ampliar a participação do Governo Federal nos projetos habitacionais do Paraná, utilizando programas nacionais e buscando investimentos que possam ser combinados às iniciativas do Estado e dos municípios.
O objetivo é permitir que cidades de diferentes portes tenham condições de desenvolver novos empreendimentos habitacionais, com atenção especial às famílias de menor renda.
Para Curi, o senador também deve atuar como uma ponte entre os municípios e Brasília. “Conheço os 399 municípios e sei que a realidade de Curitiba e da Região Metropolitana é diferente da realidade das pequenas cidades do Interior. Quero ser a voz dos prefeitos em Brasília também na habitação, ajudando a buscar recursos e destravar projetos para quem precisa da casa própria”, afirma.
Moradia também significa qualidade de vida
A política habitacional, na avaliação de Curi, precisa estar conectada ao planejamento das cidades. Isso significa pensar não apenas na construção da moradia, mas também no acesso a saneamento, transporte, escola, creche, saúde e oportunidades de emprego.
O próprio Casa Fácil prevê ações que vão além da construção de novas unidades, incluindo regularização fundiária, urbanização, reformas e melhorias em imóveis urbanos e rurais. “Não basta construir casas. Precisamos construir bairros onde as famílias tenham qualidade de vida, com infraestrutura, escola, saúde, transporte e saneamento. Habitação também é desenvolvimento social”, diz Curi.
Para Curi, o desafio agora é aumentar a escala dos programas existentes e fazer com que mais recursos destinados à habitação cheguem ao Paraná. “Quem paga aluguel todos os meses sabe o quanto esse valor pesa no orçamento. Nosso trabalho será criar mais oportunidades para que essas famílias possam trocar a chave do aluguel pela chave da casa própria”, conclui.


