Uma mulher de 24 anos relatou ter sido agredida e ameaçada pelo ex-companheiro, de 25, em uma residência na Zona II de Umuarama. A Polícia Militar foi acionada pelo telefone 190 e registrou o atendimento hoje (2), de madrugada. O acusado deixou o endereço antes da chegada da equipe e não foi localizado nas buscas realizadas durante a ocorrência.
Segundo a vítima, o relacionamento havia durado aproximadamente quatro meses e ela tinha decidido encerrá-lo no dia anterior. Mesmo após o término, o homem retornou ao imóvel acompanhado de outras pessoas. No local, teria exigido que a mulher utilizasse o próprio celular para entrar em contato com fornecedores de entorpecentes.
A recusa da vítima teria desencadeado a violência. Conforme o relato apresentado aos policiais, o ex-companheiro tentou tomar o aparelho à força e passou a agredi-la, segurando-a pelo pescoço. Durante o episódio, também teria proferido xingamentos e ameaças contra a mulher.
Ela contou que reagiu para se defender e conseguiu interromper a ação agressiva. O resumo policial não detalha de que maneira ocorreu essa reação, mas informa que, quando os militares chegaram à residência, o suspeito já havia fugido.
A equipe ouviu a vítima e realizou patrulhamento pelas imediações. Os policiais também procuraram o homem em possíveis locais indicados durante o atendimento. Apesar das diligências, ele não foi encontrado até o encerramento da ocorrência, e não houve prisão registrada no resumo apresentado.
A mulher recebeu orientações sobre os procedimentos legais e os canais de apoio disponíveis. Os policiais também informaram sobre a possibilidade de solicitar uma medida protetiva de urgência. O documento não indica que a proteção já tenha sido requerida ou concedida.
O caso foi registrado com as naturezas de violência doméstica, lesão corporal, injúria e ameaça. O boletim de ocorrência foi encaminhado à Delegacia da Mulher de Umuarama para conhecimento e adoção das providências de polícia judiciária.
A presença de terceiros na residência foi mencionada pela vítima, mas o relato não esclarece quem eram essas pessoas nem se tiveram participação nas agressões. A exigência de contato com fornecedores de drogas também integra a versão apresentada pela mulher e deverá ser esclarecida na apuração.
Não foram divulgadas informações sobre atendimento médico ou a extensão das lesões. O registro policial reúne o relato da vítima e as diligências realizadas pela equipe, com encaminhamento à unidade especializada responsável pela apuração do caso.


