Uma discussão entre um casal terminou em agressão física e prisão na tarde de ontem (2), em Umuarama. Uma jovem de 29 anos denunciou ter sido agredida pelo companheiro, de 33 anos, com um tapa no rosto e um chute nas costas. A ocorrência mobilizou uma equipe da Polícia Militar, que constatou sinais de violência e encaminhou os envolvidos à Delegacia de Polícia Civil.
O caso foi registrado por volta das 14h06, na Zona V, após a Central de Operações da Polícia Militar receber uma solicitação para atendimento de uma possível situação de violência doméstica.
Ao chegarem ao endereço, os policiais encontraram a vítima, identificada pelas iniciais J. M. C., visivelmente abalada. Ela relatou que havia discutido com o companheiro, identificado como J. B. S., por questões pessoais e que, durante o desentendimento, acabou sendo agredida.
Segundo a jovem, o suspeito desferiu um tapa em seu rosto e, em seguida, atingiu suas costas com um chute.
Durante o atendimento, os militares observaram uma marca avermelhada no rosto da vítima, sinal físico compatível com a agressão relatada. A jovem também demonstrava estar emocionalmente abalada com o episódio.
Questionado sobre o ocorrido, o companheiro apresentou uma versão diferente. Ele confirmou que houve uma discussão, mas alegou que teria apenas reagido depois de receber um tapa da parceira.
Diante dos relatos e dos sinais constatados, os policiais deram voz de prisão ao suspeito, que não apresentou resistência e colaborou com os procedimentos realizados pela equipe.
O rapaz foi colocado no compartimento destinado ao transporte de presos da viatura policial. Conforme o boletim, não houve necessidade de utilizar algemas.
A vítima também foi conduzida à delegacia, acomodada no banco traseiro da viatura, para prestar esclarecimentos sobre os fatos.
Os dois foram apresentados à autoridade policial para os procedimentos legais e a análise das circunstâncias da ocorrência.
O caso foi registrado como violência doméstica e lesão corporal. Caberá à Polícia Civil dar continuidade à apuração e avaliar as medidas legais aplicáveis, incluindo eventuais providências de proteção à vítima.


