sexta-feira, 18 setembro 2026
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Jovem é asfixiada e espancada até a morte com taco de beisebol, namorado tentando fugir para o Paraguai confessou o crime (vídeo)

Jovem é asfixiada e espancada até a morte com taco de beisebol, namorado tentando fugir para o Paraguai confessou o crime (vídeo)

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Crime passional mobiliza forças policiais de Ponta Grossa; gerente de bar foi espancada até a morte.

As forças de segurança de Ponta Grossa estão em busca do companheiro de Juliana Silveira Nunes, que foi encontrada morta dentro de um bar na Rua Rio de Janeiro, na Nova Rússia, em Ponta Grossa. O nome dele ainda não foi divulgado pelas autoridades.

Conforme informações repassadas por fontes ligadas à investigação do caso, em um caderno que estava no estabelecimento foram encontrados três bilhetes do homem explicando e justificando o assassinato, indicando que o homicídio foi motivado por ciúmes. Os bilhetes foram apreendidos e serão utilizados como parte do inquérito que investiga o caso. O suspeito também teria ligado para o pai de Juliana revelando que tinha cometido o crime.

Profissionais que trabalham na elucidação do caso também revelaram que não havia sinais de arrombamento e que o local “não estava revirado”. Havia alguns colchões na cena do crime porque o casal dormia no bar. As circunstâncias do local indicam que Juliana foi asfixiada e na seqüência, espancada com um taco de beisebol. O rosto da jovem foi desfigurado com os golpes. Os ferimentos foram principalmente na cabeça, a suposta arma do crime já foi apreendida e encaminhada para perícia.

O caso será investigado pela Seção de Homicídios da 13ª Subdivisão Policial (SDP), que deve tratar o assassinato como feminicídio.

O CRIME

A Polícia Militar foi acionada por denúncia anônima via 190 e encontrou o lugar trancado. Assim que conseguiram abrir a porta, viram a mulher já sem vida, com ferimentos na cabeça e muito sangue no local. A Polícia Civil também esteve no local para levantar os primeiros dados e coletar provas que auxiliem na elucidação do caso. O corpo da mulher foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Ponta Grossa.

REPERCUSSÃO

Gerente de um bar e petiscaria de Ponta Grossa, Juliana era uma pessoa bastante querida na cidade e sua morte gerou uma comoção instantânea nas redes sociais. Entre mensagens de lamento e revolta, amigos pediram justiça e punição ao autor do crime.

“Mais uma vítima dessa sociedade de monstros! Fica aqui a minha tristeza e meus sentimentos a minha colega de classe. Esperamos que a justiça seja feita. Nós que todos os dias estudamos para que ela seja feita. Descanse em paz Juliana Nunes e que Deus conforte toda sua família”, escreveu um amigo.

OS BILHETES

Em três bilhetes encontrados por policiais militares, no Bar e Petiscaria Copacabana, local do brutal assassinato de Juliana Silveira Nunes, o namorado e principal suspeito do crime, Anderson Barboza, deixou três folhas de caderno, confessando o homicídio e justificando-se.

Num dos bilhetes ele faz a seguinte citação: ‘Ela pulou ne mim com o taco. Só me defendi e acabou’. No segundo bilhete ressalta que ‘Fiz Isso por amor. Ela acabou com a minha vida e me traiu. Dei tudo pra ela’. No terceiro bilhete consta o seguinte dizer: ‘ela sempre quis me enganar. Desculpas’.

Os bilhetes foram apreendidos pela Polícia Civil.

A PRISÃO 

As autoridades policiais de Foz do Iguaçu confirmaram a prisão de Anderson Barboza, principal suspeito de ter assassinado por asfixia e a golpes de taco de basebol a namorada Juliana Silveira Nunes. Ele estava com o carro da vítima e tinha a intenção de fugir para o Paraguai. 

Em entrevista ao portal aRede, a delegada do Setor de Homicídios da 13ª Subdivisão Policial (SDP), Tânia Sviercoski, informou que ele foi encontrado bem próximo a Ponte da Amizade. “Logo que soubemos do caso passamos a trabalhar com a possibilidade de fuga para essa região. Informações repassadas a nós davam conta de que ele teria sido flagrado em uma rodovia que tem como destino final Foz do Iguaçu”, contou. 

A Polícia Civil da fronteira foi comunicada e logrou êxito em detê-lo. “Neste momento está sendo feito o flagrante. Ele confessou o crime e disse que a motivação foi ciúmes”, completou Tânia. “Anderson permanecerá a disposição da Justiça em Foz. Nós vamos receber uma cópia do flagrante e, a partir disso, solicitaremos a transferência dele para Ponta Grossa”, concluiu a delegada. Isso ainda não tem prazo para ocorrer.  

Em três bilhetes encontrados por policiais militares, no Bar e Petiscaria Copacabana, local do brutal assassinato de Juliana Silveira Nunes, o namorado e principal suspeito do crime, Anderson Barboza, deixou três folhas de caderno, confessando o homicídio e justificando-se.

Num dos bilhetes ele faz a seguinte citação: ‘Ela pulou ne mim com o taco. Só me defendi e acabou’. No segundo bilhete ressalta que ‘Fiz Isso por amor. Ela acabou com a minha vida e me traiu. Dei tudo pra ela’. No terceiro bilhete consta o seguinte dizer: ‘ela sempre quis me enganar. Desculpas’.

Os bilhetes foram apreendidos pela Polícia Civil.

Fonte: Portal A Rede

Assista o vídeo da confissão:

 



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