No último dia 10 de outubro, a inspeção no arsenal de guerra revelou discrepância e o sumiço de 21 metralhadoras, 13 delas seriam calibre ponto 50, com capacidade de perfurar aeronaves.
Ainda de acordo com o comando do Exército, as armas desaparecidas estavam inservíveis e tinham sido recolhidas para manutenção.
De acordo com levantamento da Ong Sou da Paz, esse é o maior furto de armas do exército desde 2009, quando 7 fuzis foram roubados de um quartel em Caçapava, cidade do Vale do Paraíba. Posteriormente os 7 fuzis foram encontrados novamente.
De acordo com Bruno Langenini, gerente de projetos do instituto, a alegação de que as armas estavam em manutenção não diminui o perigo que essas armas podem representar à população.
Como medida administrativa, o exército mantém 480 militares aquartelados, isto é, eles estão proibidos de sair do quartel e todos estão sendo ouvidos para contribuírem nas investigações.
Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do estado disse lamentar o desaparecimento das 13 armas, e falou que não foi oficialmente comunicada sobre o fato e que a polícia civil e militar vão empreender massivos esforços no sentido de localizar o material roubado e evitar que haja consequências catastróficas à população .


