quinta-feira, 17 setembro 2026
UMUARAMA/PR

Autor de tentativa de homicídio confessa ter atirado no irmão por dívida de R$ 5 mil

Autor de tentativa de homicídio confessa ter atirado no irmão por dívida de R$ 5 mil

Crime foi registrado no último domingo (5), no Parque 1º de Maio

A Polícia Civil de Umuarama elucidou mais um crime de homicídio tentado, ocorrido no último domingo (5), na Rua dos Vigilantes, Bairro Parque Primeiro de Maio, em Umuarama, praticado em desfavor da vítima Felipe Rafael Ramos de Souza, de 28 anos. Ele foi baleado pelo próprio irmão.

Informações preliminares, levantadas ainda durante o atendimento do local do crime, revelaram que o suspeito da ação criminosa teria sido o irmão da vítima, identificado como V.E.R.D.S (34).

Diante disso, desde a data do ocorrido, agentes da Polícia Civil estavam em diligências para localizar o suspeito e em negociação com o seu advogado, buscando uma apresentação espontânea. Nesta terça-feira (7), o suspeito se apresentou na companhia do advogado, entregou a arma do crime e confessou ter efetuado três disparos de arma de fogo, calibre .38, contra seu irmão.

Segundo informou, o suspeito e a vítima haviam discutido minutos antes dos fatos, por mensagem telefônica, em razão de uma dívida que a vítima possuía com o suspeito, no valor de R$ 5.000,00, sobre a venda de um imóvel. Após essa discussão, o suspeito foi até a casa de seu pai, local onde encontrou a vítima, e começaram uma nova discussão, dessa vez, pessoalmente.

Segundo o suspeito, durante essa discussão, seu irmão sacou de uma arma de fogo, revólver calibre .38, com intenção de alvejá-lo. Nesse momento, o suspeito reagiu, entrou em luta corporal e tomou a arma da vítima, efetuando três disparos contra o irmão, que foi atingido na região peitoral.

Em seguida, o suspeito empreendeu fuga do local em uma motocicleta, levando consigo a arma de fogo usada nos disparos.

A vítima segue hospitalizada e, segundo informações médicas, deve receber alta em breve. Assim que possível, ela também será ouvida para apresentar a sua versão sobre os fatos.

Além disso, outras diligências ainda serão realizadas pela Polícia Civil para confirmar ou refutar a versão apresentada pelo interrogado, que foi liberado após o interrogatório.



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