segunda-feira, 2 novembro 2026
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Secretaria da Saúde divulga novo boletim de síndromes respiratórias em bebês

Secretaria da Saúde divulga novo boletim de síndromes respiratórias em bebês

A vacina contra a VSR está disponível para todas as grávidas a partir da 28ª semana e sua proteção é passada da mãe para a criança. Após a vacinação, a mãe transfere anticorpos ao bebê pela placenta, garantindo proteção passiva nos primeiros seis meses de vida, período de maior risco de adquirir a doença.

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) registrou uma queda de 81,1% dos casos de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAGs) por Vírus Sinciciais Respiratórios (VSR) entre bebês menores de seis meses no Paraná.

A redução foi de 1.421 para 269 casos no comparativo entre as 26 primeiras semanas de 2026 e 2025. A melhora está relacionada ao início da vacinação contra o VSR, que foi incorporada pelo Ministério da Saúde em dezembro de 2025.

O impacto da vacina foi nacional. Segundo levantamento disponibilizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com dados do boletim Infogripe, entre as semanas 1 a 24, o país registrou 16.148 casos em 2025 e 7.593 em 2026, uma queda de 52,9%.

Além de uma maior diminuição no número de casos, o Paraná tem também a melhor cobertura vacinal do Sul do Brasil. O levantamento do Ministério da Saúde aponta que 89,84% das gestantes estão vacinadas no Estado. A porcentagem em Santa Catarina é de 86,32% e, no Rio Grande do Sul, de 87,58%.

A vacina contra a VSR está disponível para todas as grávidas a partir da 28ª semana e sua proteção é passada da mãe para a criança. Após a vacinação, a mãe transfere anticorpos ao bebê pela placenta, garantindo proteção passiva nos primeiros seis meses de vida, período de maior risco de adquirir a doença.

NIRSEVIMABE – Aliado à vacinação, o Estado conta com outra importante frente de combate à bronquiolite – o uso do nirsevimabe. O medicamento é um anticorpo monoclonal que oferece proteção direta e imediata.

Pelo Sistema Único de Saúde (SUS), esse imunobiológico é destinado a dois grupos prioritários e está disponível nas maternidades para recém-nascidos prematuros (com idade gestacional de até 36 semanas e 6 dias) e crianças de até 23 meses com comorbidades graves, como cardiopatias congênitas, doenças pulmonares crônicas ou imunocomprometimento.




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