
O filho do policial civil Adalton Rogério Torres, que foi assassinado com um tiro no rosto, na casa em que morava, em Maringá, foi detido pela polícia e encaminhado à 9º Subdivisão Policial. Ele nega participação no crime. “À tarde vamos apresentar a esposa do senhor Adalton (vítima) e a polícia vai avaliar a questão”, disse a advogada.
A esposa da vítima assumiu para a polícia que foi a autora do disparo que vitimou o policial.
O crime de morte teria sido motivado após um desentendimento familiar. Conforme a Polícia Civil, “durante a tarde e noite de domingo, a mulher chegou a registrar um boletim de ocorrência contra o marido, pois ele teria ingerido bebida alcoólica e estaria violento com os familiares”. Uma equipe da polícia civil esteve na casa da família, recolheu a pistola ponto 40 de propriedade da corporação e levou a esposa e o filho para um hotel, na tentativa de apaziguar a situação. No entanto, o que se apurou até o momento, é que “ou a esposa, ou o filho, teriam saído do hotel, se deslocado até a casa da família e em posse das outras armas do policial, efetuado o disparo que o matou”.
O delegado-chefe da 9ª SDP, Pedro Fontana, que assumiu a chefia da SDP há pouco, disse que conhecia pouco o policial, mas que profissionalmente só ouviu elogios. No entanto, os problemas de ingestão de álcool e da violência familiar também já eram conhecidos. “Infelizmente acabou resultando nesse extremo”.
O delegado explicou ainda que como a esposa assumiu a autoria do crime e o filho nega participação, ela será indiciada como autora e a Delegacia de Homicídios seguirá com as investigações. “As investigações vão apontar se foi isso mesmo”.
Fonte: Massa News com colaboração Índio Maringá/Rubens Stramaro/Rede Massa




