quarta-feira, 16 setembro 2026
UMUARAMA/PR

Grávida baleada na cabeça volta a ser internada em hospital com infecção

Grávida baleada na cabeça volta a ser internada em hospital com infecção

Thaysa Vilas Boas tinha recebido alta do hospital na sexta-feira (9).Anteriormente, jovem ficou 60 dias internada no hospital de Umuarama.

Thaysa Vilas Boas foi atingida por tiro no dia 11 de julho (Foto: Ádina Sabrina/Arquivo pessoal)
Thaysa Vilas Boas foi atingida por tiro no dia 11 de julho (Foto: Ádina Sabrina/Arquivo pessoal)

Thaysa Vilas Boas, a grávida de 22 anos baleada na cabeça no dia 11 de julho em Tapejara, no noroeste do Paraná, voltou a ser internada no hospital Norospar no domingo (11). Ela tinha deixado o hospital na manhã de sexta-feira (9), após 60 dias de internação. Segundo o médico neurologista que acompanha a paciente, Danilo Bernardi, Thaysa teve febre e apresenta um quadro infeccioso.
A família informou o hospital que preferiu pela internação para investigar a infecção. A suspeita é de que seja uma infecção pulmonar. Conforme o médico, Thaysa já fez diversos exames e está tomando antibióticos para combater a infecção.

O irmão dela, Danilo Emanuel Vilas Boas, foi preso em 18 de agosto e confessou ser o autor do disparo. Em depoimento, ele disse que estava drogado no dia do crime e confundiu a irmã com o namorado dela, com quem tem problemas de relacionamento.

Thaysa estava grávida de sete meses, de uma menina, e saía de casa para ir a uma consulta de pré-natal quando foi baleada. A jovem foi levada às pressas para o hospital. Os médicos fizeram uma cesárea de emergência, mas a bebê morreu quatro dias depois, após uma parada cardiorrespiratória.

Atualmente, a jovem respira normalmente, mas perdeu todos os movimentos do corpo, apresenta espasmos e só é alimentada por meio de sonda.

Ela foi levada para o cuidado da avó, Cleonice Paio Lopes, na casa dela, em Tapejara. Lá, um quarto com cama hospitalar foi preparado para recebê-la. O tratamento diário, diz a família, será acompanhado por um profissional de saúde contratado.

“Estamos felizes, sim. Temos que agradecer a Deus. Ela estar viva já é um milagre. Queremos mais e vamos esperar no Senhor”, disse a avó.

Fonte: G1

b1



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