A secretária municipal de Saúde, Cecília Cividini, recebeu o promotor de Justiça com atuação na área de Saúde, Marcos Antônio de Souza, para discutir o atendimento prestado pela Casa de Apoio Nossa Senhora Aparecida, contratada pelo município para acolher pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) que realizam tratamento em Curitiba e região metropolitana da capital. O Ministério Público recebeu algumas reclamações de usuários quanto à qualidade do atendimento.
O promotor informou que vai solicitar informações formalmente à secretaria e que acompanhará a prestação do serviço. A secretária Cecília agradeceu a atenção e disse que é importante a presença do Ministério Público no caso, para que a situação seja tratada com toda a transparência. Desde a contratação da casa de apoio, após um criterioso processo licitatório, a Secretaria de Saúde já encaminhou 237 pessoas para a casa, entre pacientes e acompanhantes.
“Na grande maioria dos casos, o atendimento foi satisfatório. Muitos elogiaram a atenção recebida. Considerando o baixo número de reclamações, podemos constatar que o problema é bem menor do que a repercussão que vem tendo nas redes sociais. A casa é mais simples que a anterior, uma construção mais antiga, mas nas três visitas que realizamos – uma antes e duas após a contratação – as condições eram adequadas”, reforçou a secretária.
O promotor Marcos de Souza disse que pretende ouvir outras pessoas que passaram pela Casa de Apoio, escolhidas aleatoriamente, para avaliar o atendimento, e orientou pacientes que tenham eventuais questionamentos a procurarem a Ouvidoria da Secretaria de Saúde. A secretária também está disponível para eventuais esclarecimentos.
Na última visita foi constatado que a casa estava limpa, a cozinha organizada, os banheiros e equipamentos funcionando adequadamente. O imóvel é antigo, por isso apresenta desgaste natural. Sobre o citado “impedimento” da Casa de Apoio Nossa Senhora Aparecida poder contratar com o poder público, a Secretaria de Saúde lembra que houve questionamento de um concorrente no processo licitatório, mas a empresa apresentou toda a documentação exigida e mostrou, à época, não haver nenhum impedimento. A Diretoria de Licitação também consultou o Tribunal de Contas e conferiu as informações prestadas, não resultando em nenhum problema que desabonasse o processo.
Fonte: Prefeitura de Umuarama



