Para marcar o Dia Nacional de Conscientização e Enfrentamento da Fibromialgia (12 de maio), a Associação Paranaense de Fibromiálgicos (Apafibro), com sede em Umuarama, e a Atenção Primária em Saúde (APS) da Secretaria Municipal de Saúde se uniram para realizar um dia de conscientização e enfrentamento da doença. Será na próxima quinta-feira, 16, das 9h às 16h no Centro da Juventude, com uma série de serviços gratuitos aos participantes.
Vista como uma síndrome de sensibilização central da dor que causa redução do limiar e aumento da percepção da dor, gerando múltiplos pontos dolorosos por todo o corpo, a doença vai mais longe. Além do quadro de dor, o paciente pode apresentar manifestações de fadiga, alteração do sono, depressão, ansiedade e alterações intestinais.
Embora não haja cura, a fibromialgia tem tratamento e todos os sintomas podem ser controlados, com o restabelecimento da qualidade de vida. Essas e outras informações importantes serão levadas á população durante o evento de conscientização na quinta-feira, no Ceju (na avenida Goiânia, 3536, ao lado da UBS Bem-Estar).
“Teremos um bate-papo com pacientes e familiares, levando orientações sobre o convívio com a fibromialgia. Também faremos a impressão de carteirinhas e o cadastro dos pacientes, para termos uma noção melhor do número de pessoas afetadas pela doença na cidade e região. É necessário levar apenas os documentos pessoais e o laudo médico que atesta a doença”, explica a presidente da Apafibro e organizadora, Suely Sucupira.
Os participantes também poderão agendar mamografias que serão realizadas no Hospital Uopeccan, realizar massagem com acadêmicos de Estética da Universidade Paranaense (Unipar), aferição de pressão e pesagem com alunos do curso de Técnico em Enfermagem do Colégio Estadual Hilda Kamal e maquiagem, com a equipe da Yes! Cosmetics Umuarama.
“Também teremos a equipe da APS da Secretaria de Saúde na realização das ações, que é parceira no evento”, acrescentou a organizadora. A fibromialgia acomete mais as mulheres, que são de 75% a 90% dos pacientes, e muitas vezes é incapacitante. Por isso, os pacientes precisam de informação, apoio e alternativas para que possam ter uma vida mais confortável. No Brasil, a estimativa é de que existam 4 milhões de pessoas com a doença.


