quinta-feira, 17 setembro 2026
UMUARAMA/PR

Com 324 novas confirmações, Paraná chega a 2.270 casos de dengue

Com 324 novas confirmações, Paraná chega a 2.270 casos de dengue

Relatório da Sesa foi divulgado nesta terça-feira (2). Desde agosto de 2020, Estado registra seis óbitos pela doença.

O número de casos confirmados de dengue no Paraná chegou a 2.270, de acordo com boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), nesta terça-feira (2). Na comparação com o último boletim, divulgado na semana anterior, houve aumento de 324 diagnósticos.

O período epidemiológico analisado começou em agosto de 2020 e continua até o final de julho de 2021.

Na atualização desta terça-feira, não houve registro de novas mortes. Veja abaixo o número de mortes causadas pela dengue, por cidade:

– Foz do Iguaçu: 2

– Apucarana: 1

– Assaí: 1

– Cambé: 1

– Londrina: 1

Segundo o relatório, 335 municípios apresentaram notificações da doença e 198 têm casos confirmados. O Estado totaliza 24.791 notificações para a dengue – 1.748 a mais que o informe anterior.

Do total de casos confirmados, 1.869 são casos autóctones – quando as pessoas contraem a doença na cidade onde moram, e 13 casos são importados. Conforme o relatório, 6.355 casos estão em investigação.

Regionais de saúde com mais casos de dengue 

– Londrina: 419

– Foz do Iguaçu: 371

– Paranaguá: 166

– Campo Mourão: 166

– Paranavaí: 161

– Cascavel: 156

– Maringá: 153

– Umuarama: 103

– Toledo: 71

Zika e Chikungunya 

Os dados apontam 102 notificações para Chikungunya. Foram quatro casos confirmados, sendo três autóctones e um caso importado de outro estado.

Em relação aos registros de Zika vírus, o Paraná tem 32 notificações e um caso confirmado – registrado em Cambé.

Cuidado

A Sesa afirmou que a maioria dos criadouros do mosquito estão nos domicílios, em recipientes e locais que acumulam água.

“Estamos vivendo a pandemia pela Covid-19, mas outras doenças não pararam de fazer vítimas, a dengue é uma delas. Para prevenir a dengue, nós sabemos o que fazer, não é novidade. Precisamos acabar com espaços e objetos que acumulam água. Essa ação parece boba, mas é com a simplicidade que podemos eliminar as larvas do mosquito e não deixar que ele contamine pessoas”, disse o secretário de Saúde Beto Preto.

Divulgação: G1 Paraná

 

 

 



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